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GEO5

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Superfície de Deslizamento Circular

Para todos os métodos baseados no equilíbrio limite é assumido que o subsolo acima da superfície de deslizamento é dividida em blocos (os planos divisores de blocos são sempre verticais). A figura seguinte mostra as forças atuantes em cada bloco:

Esquema estático de um bloco

Neste caso, Xi e Ei representam as forças de cisalhamento e normal atuantes entre blocos, Ti e Ni representam as forças de cisalhamento e normal atuantes em cada segmento da superfície de deslizamento, Wi representa o peso de cada bloco.

Os vários métodos baseados na divisão do subsolo acima da superfície de deslizamento em blocos diferem nas premissas para satisfazer as equações de equilíbrio das forças e de momentos em relação ao ponto O.

O programa permite que um dos seguintes métodos seja adotado:

A adição do nível freático ao corpo do talude (através de uma das cinco opções possíveis) influencia a análise de duas formas diferentes. Primeiro, ao computar o peso do bloco de solo e segundo, ao determinar as forças de cisalhamento. Tenha em consideração que os parâmetros efetivos do solo são utilizados para relacionar as forças normal e de cisalhamento.

As forças de ancoragem são consideradas como cargas externas aplicadas no talude. Para a análise, considera-se que estas cargas têm um metro de desenvolvimento [kN/m] e são consideradas na equação de equilíbrio de momentos. Estas forças devem contribuir para o aumento da estabilidade do talude, caso isto não seja conseguido de forma diferente. Não existem limitações para a magnitude do valor das forças de ancoragem sendo que se deve trabalhar com valores realistas.

A presença de água acima da superfície do terreno é considerada como um conjunto de forças que atuam perpendicularmente à superfície do terreno, juntamente com o empuxo atuante ao longo da superfície de deslizamento, que depende da profundidade da superfície de deslizamento, medida a partir do nível freático. As forças atuantes na superfície do terreno são consideradas na equação de equilíbrio de momentos, como resultado da multiplicação do valor da força pelo braço em relação ao centro da superfície de deslizamento.

A otimização de superfícies de deslizamento circulares procura a superfície crítica (menor FS).

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